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6 dicas para criar a logomarca ideal da sua empresa

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Tempo de leitura: 7 minutos

 

Os procedimentos para abertura de uma empresa são complexos e burocráticos.  Além da parte jurídica, também é preciso definir o nome e a logomarca do negócio, o que faz com que muitos empreendedores deixem isso para depois ou façam de qualquer maneira, sem a dar a devida atenção. A logomarca, em especial, é a interface de sua empresa com os cliente e se feita com cuidado e foco, pode se tornar um ativo de grande valor para seu negócio.

Pensando nisso, destacamos aqui uma lista rápida com 6 dicas certeiras para você desenvolver uma logomarca de sucesso!

1 – Reflita sobre a sua empresa

A logomarca será a identidade visual da sua empresa, produto ou serviço. Os consumidores e clientes irão reconhece-la e, a partir daí, criar uma ligação emocional com o seu negócio. Por isso, é importante que a sua marca seja a referência do que você oferta para que seja reconhecível rapidamente ao público-alvo.

Para isso, analise o papel de sua empresa, história e desafios e relacione com os problemas que ela se propõe a resolver. A partir daí, você conseguirá saber como sua logomarca pode ser construída e embasada.

A logo da FedEx, empresa internacional de entrega de encomendas, quer ser referência na entrega precisa, com agilidade e dinâmica. Para isto, colocaram em sua logomarca o desenho de uma seta entre as letras E e X para representar estas soluções que oferecem:

Já a Amazon, que oferta uma gama variada de produtos, colocou em sua logomarca uma indicação em forma de seta que sai da letra A e aponta para a letra Z, referenciando que possui produtos em todas as categorias, literalmente de A a Z.

Conhecer sua empresa fará com que tenha em mente quais os elementos podem compor sua logomarca a ponto de transmitir o que ela quer ofertar ao seu público. Pequenos detalhes, como os exemplos acima, podem transmitir com sutileza o que seu negócio está proposto a fazer.

2 – Dê um “google” na concorrência: Conheça seu nicho e o setor que atua

Além de refletir sobre o seu negócio, analise a concorrência e o nicho em que atua: como as logomarcas dos outros são construídas e quais modelos de identidade visual eles utilizam. É importante saber como é esta interação entre a concorrência e seu público, para extrair daí elementos que possam estar em sua logomarca também.

Mas cuidado! Esteja atento para não acabar utilizando elementos ou símbolos parecidos demais com os das outras empresas. Isto pode ser judicialmente punido pela lei da Propriedade Intelectual caso sua logomarca se pareça com a de outros negócios que já estão no mercado. Falarei sobre isso daqui há pouco.

Vaio, Asus e At&T são empresas ligadas ao setor de tecnologia e inovações. Você percebe que não há semelhanças entre elas, mas um certo padrão de elementos e cores que formam as características de logomarca deste tipo de negócio. A cor azul, por exemplo, transmite confiança e segurança para o público, algo extremamente valorizado no mercado de tecnologia.

3 – Esteja atento aos elementos que vão compor a logomarca

É importante considerar cores e desenhos ao montar sua logo, isso porque estes elementos podem nos trazer sensações muito características. As cores, por exemplo, têm um papel tão fundamental nas sensações psicológicas que fazem parte de estudos e definições específicas, por isso é sempre bom definir com cuidado, quais cores podem ser usadas na logomarca.

 

O amarelo e vermelho nos lembra alimentação e desperta emoções, sendo bem aceitas em logos de fast-food (como é o caso do Mc Donald´s). Já o verde tem forte ligação com empresas que lidam com ecologia e natureza, por estar ligado a natureza e meio ambiente. O próprio está em processo de mudança de sua logomarca na Europa para transmitir uma ideia de ser um restaurante mais opções saudáveis e que se preocupa com o meio ambiente, visto que começou a adotar “práticas verdes” em suas operações, como troca do óleo usado nas lojas por biodiesel.

Caso opte por usar imagens, procure por aquelas atemporais, que não estão ligadas a uma época determinada: desenhos como o aparelho de telefone, por exemplo, que pode se tornar obsoleto ao longo dos anos, pode fazer com que a marca pareça ultrapassada.

A criação de uma logomarca deve seguir as seguintes orientações:

Originalidade: Não se preocupe em desenhar algo que seja exatamente igual ao que você faz: Se você é um confeiteiro, não necessariamente tem que criar uma logomarca que tenha o desenho exato de um bolo; procure por variações criativas que tornem sua marca única aos olhos do consumidor:

A Adidas produz e comercializa produtos esportivos: sua logomarca simples não desenha os elementos diretamente relacionados com esporte

 

Coerência: Como já falamos acima, a logomarca deve representar a empresa e o setor em que atua aos olhos do público-alvo: ele precisa se identificar e reconhece-la institivamente:

O Burger King usa as referências básicas de cor e elementos para representar o setor em que atua

 

Simplicidade: uma boa logomarca não precisa ter muitos elementos ou componentes para ser única. A simplicidade pode ser a chave para deixa-la memorável:

Atemporalidade: é importante considerar que com o tempo certos elementos podem transformar a logomarca em um símbolo antigo. Por isso atente-se para a composição ou considere o fato de que terá que “redesenhar” sua marca para acompanhar a evolução:

Restruturações da logo da Coca Cola ao longo dos anos. É claro perceber como suas primeiras logos se tornaram ultrapassadas.

 

Flexibilidade: é importante considerar as aplicações da sua logo em diversos locais: tanto físicos quanto virtuais. Por isso, procure deixar sua forma adaptável a toda a variação de tamanhos e plataformas. Considerando que ele esteja legível e compreensível tanto em uma aplicação na ponta de um lápis como e um outdoor. Certifique-se também de criar variações de cores que possam se adaptar a diversos fundos:

4 – Procure ajuda especializada

Caso sinta-se inseguro para criar sua logomarca sozinho, há profissionais que podem fazer todo o trabalho de identidade visual para a sua empresa, produto e serviço: são os designers e publicitários, que você pode contratar através de uma agência de design ou publicidade, profissionais autônomos do mesmo setor ou sites que fazem a ligação entre designers e empresas. Estes profissionais irão conhecer a sua empresa em detalhes para então propor a identidade visual e a logomarca. Assim você terá um trabalho profissional e alinhado ao público.

5 – Tenha certeza de que sua marca não é um plágio

Como já falamos aqui, a marca é um sinal distintivo que garante o uso apenas da empresa que a registrou. A marca pode ser o nome, o logotipo, ou ambos e, estando protegida pela lei de Propriedade Intelectual no INPI, assegura que nenhuma outra empresa do mesmo segmento possa usá-la. Por isso é importante, se certificar que sua marca não é semelhante a qualquer outra já registrada no mesmo ramo do seu negócio: se está criando uma logomarca de alimentos, por exemplo, tenha certeza de que o resultado final de criação da logomarca não seja semelhante a outra do setor de alimentos também.

Além de ser uma infração, marcas parecidas que atuem no mesmo setor podem causar confusão ao consumidor e fazê-lo perder o reconhecimento imediato de seu negócio.

6 – Proteja a sua logomarca!

Após criada, a marca – assim como o nome de sua empresa – esta deve ser registrada e protegida pela Lei da Propriedade Intelectual. Este processo vai garantir o uso exclusivo em todo o território brasileiro e o resguardar judicialmente caso outra empresa queira usá-la ou criar algo semelhante no setor em que atua.

Com a marca protegida, você tem o direito legal de proibir qualquer uso indevido sem sua autorização, assim como usar com exclusividade sua marca em divulgações publicitárias, fachadas de lojas, materiais promocionais e eventos. Como já vimos aqui, o risco em não proteger sua marca e logomarca pode acarretar situações graves e especialmente prejudiciais para a sua empresa. Por isso, não arrisque! Faça o registro de sua logomarca o mais rápido que puder.

Precisando de ajuda pode contar com o ILUPI!

Sobre o Autor

Vitor Almeida é analista de negócios do Ilupi. Graduando em Engenharia de Controle e Automação pela UFMG, certificado em Inovação e Negócios pela Stanford University (EUA) e pela Saxion University (Holanda). Participa da modelagem de negócio do Ilupi, software para gestão e vigilância de marcas e ativos de Propriedade Intelectual.



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